terça-feira, 14 de agosto de 2012

O SIM E O NÃO (IV)

- Cada vez que precisaste de alguém que te fizesse sorrir, não exitou vir ao meu encontro. Foram longas madrugadas em que ofereci atenção aos teus reclames e segredos. Me entregava a ti de todo o coração e mostravas encanto em minha companhia. Mas havia algo que de mim escondias. De toda sorte, descobri em tempo que todas as horas agradáveis ao teu lado eram vazias. Como pude ser tão tola? Teus beijos, carinhos e melhores sorrisos não destinavam-se a mim. E eu, que outrora te ofereci a primavera, hoje não te ofereço nem mesmo uma flor em meu jardim.

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